quinta-feira, 16 de junho de 2011

FESTA DE NOSSA SENHORA DA BOA HORA E SÃO ROQUE 2011!

Em reunião do CPP - Conselho de Pastoral Paroquial e da Comissão de Festa com o Pe. José Ionilton, SDV, realizada hoje, dia 16 de junho, foi aprovado o tema da festa:

Nossa Senhora da Boa Hora e São Roque nos convidam a manter “os olhos fixos em Jesus” (Hb 12,2).

Também foi aprovado os temas de cada noite de preparação, sempre a partir da pessoa de Jesus, a quem somos chamados a manter nossos olhos fixos, a fim de podermos fazer como Ele fez: Jesus, divino – humano; Jesus Profeta; Jesus Mestre; Jesus Orante; Jesus andante; Jesus Servidor: passou fazendo o bem; Jesus Pobre e os Pobres; Jesus Amigo e suas amizades; Jesus e as Mulheres; Jesus: identidade assumida.

Outras atividades fazem parte da preparação:
<> Dia 03 de julho, de 16 às 21 horas, FORRÓ DAS PASTORAIS;

<> Dia 09 de julho, de 08 às 12 horas, FORMAÇÃO LITÚRGICA PARA AS COMUNIDADES RURAIS;

<> Dia 10 de julho, de 08:30 às 17 horas, RETIRO PAROQUIAL com o tema "Discípulos e Missionários de Cristo", tendo o Pe. Alessandro Mendonça Nonato como Orientador;

<> De 15 a 17 de julho, Encontro das EVP´s - Equipes Vocacionais Paroquiais das Paróquias Vocacionistas;

<> Dia 31 de julho, DOMINGO MISSIONÁRIO, cidade e zona rural;

<> Dia 07 de Agosto, ENCONTRO VOCACIONAL, de 08:30 às 17 horas;

<> De 06 a 16: Novenário e Festa de Nossa Senhora da Boa Hora e São Roque:
* 06 horas da manhã: Oração na Igreja Matriz;
* 19 horas: momento mariano;
* 19,30 horas: celebração da Eucaristia.

Vamos divulgar e participar efetiva e afetivamente de nossa festa.

Qualquer sugestão pode enviar para e-mail paroquia.boahora@hotmail.com ou ioniltonsdv@bol.com.br

domingo, 12 de junho de 2011

REFLEXÃO PARA A SOLENIDADE DE PENTECOSTES

   O Evangelho de João nos apresenta Jesus, na tarde do Domingo de Páscoa, soprando o Espírito sobre seus discípulos, que estão reunidos no Cenáculo a portas fechadas com medo dos judeus.
   Colocar Jesus agindo na tarde de Páscoa significa que Ressurreição e Pentecostes estão unidos. O Espírito vem quando a Comunidade está reunida para celebrar a memória da morte e ressurreição de Jesus.
   O sopro de Jesus, dando o Espírito, nos recorda o sopro do Pai sobre o homem feito de barro, dando-lhe a vida. Jesus sopra sobre a Comunidade dando-lhe Vida, criando a Igreja.
    Estar com as portas fechadas significa o bloqueio em que se encontram para testemunhar Jesus Ressuscitado. É a presença do Espírito que leva à continuidade da missão do Senhor, a instaurar a vitória da Vida.
Medo é sinal de morte, por isso eles, sem o Espírito estão amedrontados, ainda dominados pelo poder da morte.
O sopro de Jesus dá a Vida, dá o Espírito Santo que faz nova todas as coisas.
    Essa nova Humanidade forjada pela redenção, pela ressurreição de Jesus, porta o Espírito do Senhor para continuar sua missão salvífica.
    Evidentemente essa missão redentora terá sua expressão no perdoar e no reter os pecados.
Pecado é ir contra a liberdade e a vida. Se existe o arrependimento e o propósito de mudança, existe o sinal da presença do Espírito. Contudo, se existe a perseverança no erro, na opção pela morte, se torna impossível perdoar – restituir a vida – já que a opção da própria pessoa foi a morte.
Entendamos, não é a Igreja que não perdoa, ela não tem essa missão, ao contrário, ela trabalha o arrependimento favorecendo condições para isso, mas depende da pessoa abrir ou não seu coração ao Espírito. Será o Espírito, que é o Espírito da Vida, que provocará o arrependimento, que perdoará.
   Peçamos ao Espírito Santo, o Espírto da Vida, da União, do Amor, que venha sobre nós, sobre as pessoas que amamos, sobre todos e recrie em nós o Homem segundo o Coração de Jesus, segundo os desejos de Deus. Assim, a partir de onde vivemos, o mundo será outro, será verdadeiramente um mundo onde reina a justiça e a paz. Não teremos medo de anunciar a Vida, de irmos contra a cultura de morte que nos é imposta através do consumismo, da valorização do prestígio, do ter, do levar vantagem e de tantas propostas que levam o Homem à escravidão e à morte.
   Permitamos ao Espírito nos renovar, acabar em nós aquilo que é caduco, voltado à finitude, nos recriando como cidadãos livres! Sejamos irmãos e filhos no Espírito.

Fonte: radiovaticana.org/bra

segunda-feira, 6 de junho de 2011

REFLEXÃO PARA A SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR

Celebrar a Ascensão de Jesus é celebrar seu modo novo de estar conosco, do Emanuel, Deus Conosco, manifestar-se em nosso meio.

Certamente esse modo novo do Senhor se manifestar entre os homens passa pela Comunidade, por suas atitudes que dão continuidade á missão do Senhor e que asseguram a continuidade da construção do Reino de Justiça e de Paz.

O Livro dos Atos dos Apóstolos, do qual é tirada a primeira leitura da solenidade de hoje, nos mostra Jesus dizendo aos seus discípulos que eles receberão o Espirito Santo e que Este os tornará suas testemunhas no mundo inteiro.

O Espírito que os discípulos receberão é o mesmo que esteve presente em Jesus. Os anjos que aparecem após a “subida” de Jesus ao Céu dizem aos discípulos para não ficarem de braços cruzados, mas agirem, isto é, continuarem a missão do Senhor. Os anjos dizem aos discípulos que Jesus vai voltar. Isso nos recorda a parábola contada pelo Senhor em que o patrão quando volta de viagem quer saber de seus servos o que fizeram, qual o produto do trabalho. Os anjos nos recordam a necessidade de deixar de ficar olhando para o céu e colocar mãos à obra, trabalhar!

O Evangelho de Mateus nos fala que o poder que Jesus recebeu do Pai e foi plenificado após sua ressurreição, é dado à Comunidade para que “ Vá e faça discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que lhes ordenei!”

Batismo e catequese! Batismo é a consagração, a configuração a Jesus Cristo, o Ungido e a Catequese é a implementação da Justiça. Logo, deveremos levar as pessoas a se configurarem ao Homem Novo, de acordo com o desejo do Pai e, depois, após conscientizá-los, levá-los a praticar a justiça e as bem-aventuranças. E Mateus termina citando a certeza da presença eterna de Jesus ao nosso lado: “ Eis que eu estarei com vocês todos os dias, até o fim do mundo!”

A Ascensão de Jesus é a transformação da presença do Emanuel, do Deus Conosco. Sua presença é manifestada não através de uma figura visível, a de Jesus, mas através da ação libertadora praticada pelos membros da Comunidade.

Quando chegar o final dos tempos, a Parusia, veremos a “re-velação” do Senhor. Veremos que atrás de cada atitude cristã estava o Redentor – Cristo, o Autor de todo ato de bondade – o Pai, e nos inspirando, o Espírito de Amor. 

Fonte: radiovaticana.org/bra