segunda-feira, 2 de maio de 2011

MES MARIANO

Veja abaixo a programação do mês mariano em nossa Paróquia:


01 - Trabalhadores e Trabalhadoras
02 – EVP
03 –
04 – Tríduo Padre Justino - Amigos das Vocações
05 – Tríduo Padre Justino – Apóstolas Vocacionistas
06 – Tríduo Padre Justino – Apostolado da Oração
07 – Beatificação do Padre Justino – Religiosos Vocacionistas
08 – Pastoral Familiar e Famílias
09 – Bom Jardim/Usina
10 – Pastoral do Dízimo e Dizimistas
11 – Murginga
12 – Pastoral da Comunicação
13 –
14 – Pastoral da Juventude, Pastoral da Crisma e Jovens
15 – Pastoral da Pessoa Idosa
16 – Mutirão/Invasão
17 – Pastoral da Criança
18 – Mãe Rainha e Colégio Francisco Paixão
19 –
20 – Liturgia e Colégio Guilherme Campos
21 – Estudantes Universitários
22 – Equipes de Canto
23 – Terço dos Homens
24 – Colégio José Roque de Souza
25 – Batismo de Adultos/Curso de Noivos/Preparação de Pais e Padrinhos
26 – Colégio Padre Freire de Menezes
27 – Acólitos/MECE´s
28 – Comunidades Rurais e Associações de Moradores e Cooperativas
29 – Legião de Maria
30 – Ceilão
31 – Catequese de 1ª Eucaristia, Catequese de Perseverança, crianças e adolescentes

Maria: Mãe da Boa Hora e Mãe das Vocações, Rogai por nós!

domingo, 1 de maio de 2011

REFLEXÃO DO 2º DOMINGO DE PÁSCOA - DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA

Cristo Ressuscitado em Nosso Meio!

      A primeira leitura deste domingo nos relata a vida dos primeiros cristãos. Ela está estruturada sobre quatro colunas: o ensinamento dos apóstolos, a partilha dos bens, a partilha do pão ou Eucaristia e as orações em comum.

O ensinamento dos apóstolos ou catequese provocava nos discípulos uma mudança de vida. A fé na palavra de Deus, revelada por e em Jesus Cristo, agora era explicada pelos apóstolos, e os cristãos deixavam de ser simples cidadãos, para com suas vidas, testemunharem Jesus Cristo. Esse testemunho veremos concretamente nas outras três colunas.

Se acreditavam em Jesus Cristo, elas criam que Deus era Pai de todos e isso os levava a um sentimento de radical fraternidade, daí a partilha de bens, a renúncia à propriedade particular, onde tudo é, livremente, colocado em comum e distribuído de acordo com as necessidades pessoais. Com isso não existe mais pobres.

A partilha do pão celebrava a memória de Jesus que partilhou sua vida. Assim, se reuniram para realizar o gesto e o mandamento de Jesus: “Fazei isso em minha memória de mim”.
O Senhor estava presente no meio deles de modo eucarístico e era partilhado como alimento, como sustento para o dia a dia.

Finalmente a Comunidade também se reunia para louvar o Senhor e, certamente, rezar o Pai-Nosso.

O autor dos Atos nos fala ainda que esse estilo de vida simples, fraterno e temente a Deus, suscitava a adesão de outras pessoas a fazerem parte do grupo dos amigos de Jesus.

Peçamos ao Senhor que nossa vida de batizados, de homens e mulheres que crêem em Jesus, seja fiel à nossa profissão de fé.

Para isso vale que cada noite nossa consciência diante do Senhor nos diga até onde vivemos nossa fé, se fomos capazes de partilhar nossos bens, nosso tempo, nossa atenção, nossa capacidade de ajudar o outro.

A partilha do pão eucarístico da vida que é Jesus deverá refletir o meu dia, meu ato de partilhar os bens que geram vida, com aquele irmão ou irmã, aquele próximo que é carente deles.

Fonte: radiovaticana.org/bra

JOÃO PAULO II É BEATO

Mais de um milhão de pessoas participaram hoje da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja. O evento histórico não tem precedentes, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.
A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.

A data escolhida para a beatificação é a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa.

Ao entrar na Praça de São Pedro, iluminada por um morno sol de primavera, o papa foi acolhido pela multidão que o saudou com carinho em sua passagem com o papa-móvel. A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação pelo Cardeal Agostino Vallini, vigário-geral do papa para a Diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II. Ao seu lado, estava o postulador da causa, Mons. Sławomir Oder.

Em seguida, Bento XVI recitou fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi descerrada uma grande foto que retrata Karol Wojtyla em 1995. A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.

Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fiéis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria.

Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro.

Fonte: radiovaticana.org/bra

sábado, 30 de abril de 2011

Papa João Paulo II - Bem-aventurado

No dia 2 de abril de 2005, véspera do 2º Domingo da Páscoa, o “Domingo da Divina Misericórdia”, o Papa João Paulo II, homem de Deus e da Igreja, homem simples do povo, entregou sua alma a Deus, após muitos sofrimentos físicos e depois de quase 27 anos à frente da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.
O lema que o Cardeal Woytila, de Cracóvia na Polônia, tinha escolhido era composto de duas palavras “totus tuus”, início de um hino de louvor e súplica a Santíssima Virgem Maria, a quem o Papa dedicara sua vida e a consagrou.
Todo teu sou, ó Maria! Assim ele viveu e, quando sofreu o atentado que quase o matou na Praça São Pedro, era 13 de maio,  dia de Nossa Senhora de Fátima, a quem o Pontífice atribuiu “a mão que desviou o projétil” para que ele não morresse.
Quantos trabalhos e viagens pelo mundo! O Papa João Paulo II foi chamado “o Peregrino de Deus, o Peregrino da Paz”. A muitíssimos países, povos e nações visitou e a todos fazia ecoar as suas primeiras palavras na homilia do início do seu pontificado em outubro de 1978: “Abri as portas para o Senhor!”. E ele ainda reforçava: “Abri as portas, ou melhor, escancarai as portas para o Senhor. Não tenhais medo de Jesus Cristo”.
João Paulo II, na sua primeira visita ao Brasil, foi recebido com o canto: “A bênção, João de Deus, nosso povo te abraça. Tu vens em missão de paz. Sê bem-vindo e abençoa este povo que te ama. A bênção João de Deus”. E a cada vez que grupos de peregrinos ou mesmo nós, Bispos do Brasil, em Roma, cantávamos este refrão, João Paulo II parava e dirigia um sorriso ou um gesto carinhoso para aquele grupo no meio de tantos outros que o saudavam.
No ano de 2000, o ano do Grande Jubileu e do Perdão, ele convidou a todos para entrarem no terceiro milênio da encarnação e nascimento de Jesus Cristo, com festas e solenidades, mas sem deixarem de lembrar o perdão, a reconciliação com Deus e com os irmãos. Ele mesmo foi ao encontro dos judeus e colocou no muro do templo em Jerusalém o pedido de perdão e reconciliação de toda a Igreja. Convidou as religiões e igrejas cristãs ao encontro da paz e devoção em Assis, pondo em prática os documentos do Concílio Vaticano II, do qual era fiel sustentáculo e incentivador. Durante seu pontificado convidava a todos a buscar e a viver a santidade.
João Paulo II foi o homem da paz ao proclamar contra os que diziam que faziam a guerra em nome de Deus. Ele dizia “Guerra nunca mais! Eu o proclamo em nome da humanidade”. O único que poderia falar em nome de Deus não usurpou este direito e preferiu falar em nome das pessoas e dos pequeninos: “Guerras nunca mais”.
No dia do seu sepultamento, juntou-se em Roma uma multidão de mais de quatro milhões de pessoas vindas de todas as partes do mundo. Era bela e inusitada a afluência de tantos jovens no enterro do velho Papa.
Na frente da Basílica de São Pedro, junto ao corpo de João Paulo II, os Bispos, Sacerdotes, Religiosos e quantas autoridades de tantos países. Ele, ainda na sua morte, trouxe para junto de si governantes ou representantes de países que estavam em conflitos. O Sumo Pontífice morto ainda falava e ensinava a paz.
O povo aclamava “Santo Súbito”, isto é, que ele seja declarado Santo já, agora. Santo Imediatamente.
O cardeal que presidiu no dia 8 de abril de 2005 a Missa Solene de Exéquias, Joseph Ratzinger, foi eleito o sucessor de João Paulo II com o nome de Bento XVI, e será ele que ouviu a aclamação do povo: “Santo Súbito”, que neste domingo da Divina Misericórdia, 1º de maio de 2011, Dia do Trabalhador, proclamará Bem-aventurado o Bispo da Santa Igreja, o Papa João Paulo II.
E nós, felizes e sinceros, na verdade da nossa fé, faremos ecoar por todo o mundo: Bem-aventurado João Paulo II.

Fonte: cancaonova.com.br/portal/formacao

quinta-feira, 28 de abril de 2011

BEATIFICAÇÃO DE PADRE JUSTINO!

 
A Sociedade das Divinas Vocações (Vocacionistas)  tem a alegria de comunicar que no próximo dia 07 de maio de 2011, às 11:00 (horário de Brasília), em Pianura, Nápoles, Itália, em solene Celebração Eucarística, será Beatificado o Venerável Padre Justino Russolillo. O Padre Justino Russolillo, nasceu em Pianura (Nápoles - Itália) a 18 de Janeiro de 1891 e aí morreu a 02 de Agosto de 1955. Ele é o Fundador das Congregações Vocacionistas (Religiosos e Religiosas) e do Instituto Secular Apóstolas Vocacionistas da Santificação Universal. Maiores informações acessar www.vocacionista.org.br. No endereço eletrônico oficial da beatificação www.beatificazionedongiustino.it, o internauta poderá acompanhar toda a celebração de Beatificação.   A sua memória litúrgica será celebrada no dia 02 de agosto, e poderá ser invocado pelo nome de Beato Justino da Santíssima Trindade. 

Aqui em nossa Paróquia, teremos um Tríduo Vocacional nos dias 04, 05 e 06 de maio, às 19 horas e estaremos fazendo uma Vigília de oração no dia 07, às 11 horas na Igreja Matriz. Na celebração das 19:30, no dia 07, estaremos rendendo graças à Trindade Santa, pela vida, vocação e santidade do Padre Justino.

Os Vocacionistas, filhos do Padre Justino, estamos a serviço da Paróquia Nossa Senhora da Boa Hora e São Roque, Campo do Brito (SE), desde 1998.

Nós, Religiosos Vocacionistas, Pe. José Ionilton, SDV e Pe. Sebastião Ferreira, SDV ficaremos felizes com sua presença e participação.