terça-feira, 16 de agosto de 2011

AGRADECIMENTO DO PADRE JOSÉ IONILTON, SDV, NO FINAL DA FESTA DE NOSSA SENHORA DA BOA HORA E SÃO ROQUE


1. Queremos agradecer à SS. Trindade pela realização de mais uma festa de Nossa Senhora da Boa Hora e São Roque;
2. Agradecer ao CPP - Conselho Paroquial de Pastoral, a Comissão de Festa e todas as pessoas que de forma voluntária e solidária colaboraram para a organização e realização desta nossa Festa;
3. Agradecer aos irmãos e às irmãs que contribuíram com a Festa, ofertando uma ajuda em dinheiro ou doando alimentos para ajudarmos os pobres, doando brindes para os eventos beneficentes que realizamos. Em breve estaremos apresentando nossa prestação de contas com o balancete econômico da Festa;
4. Agradecer às Pastorais, Grupos, Movimentos e Comunidades de nossa Paróquia que assumiram a organização de cada dia de nosso novenário;
5. Agradecer a presença de todos os grupos organizados da sociedade civil que foram convidados e serem presentes cada noite de nosso novenário;
6. Agradecer a todas as pessoas que trabalharam na limpeza, na ornamentação, na liturgia, na sustentação dos cantos, como Acólitos, Comentaristas, Leitores, Salmistas, Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, equipe para a venda das camisas e dos objetos de piedade, equipe para a montagem do palco fixo e instalação do serviço de som externo;
7. Agradecer as Comunidades Urbanas e Rurais, que por certo sem sacrifícios, vieram participar do novenário e dois festivos;
8. Agradecer a quem veio participar cada dia do novenário na oração da manhã, no momento mariano e na celebração da Eucaristia à noite;
9. Agradecer aos padres diocesanos e aos Religiosos e às Religiosas que estiveram cada dia do novenário conosco, presidindo a celebração da Eucaristia e nos ajudando a compreender melhor o tema geral de nossa festa: Mantendo os olhos fixos em Jesus;
10. Agradecer ao Pe. Sebastião pelo seu companherismo e fraternidade e na pessoa dele agradecer a todos os meus irmãos Vocacionistas que estiveram e estão conosco estes dias;
11. Agradecer aos filhos e filhas de Campo do Brito que moram em outros municípios, mas que vieram participar conosco de alguma noite do novenário ou nos dois dias de Festa;
12. Agradecer aos paroquianos e paroquianas de outras paróquias de nossa arquidiocese, especialmente das paróquias do Vicariato Agreste que vieram nos dá a alegria de suas presenças;
13. Agradecer à Paróquia Santo Antônio e Almas de Itabaiana, através do Pe. Jadson, que nos cedeu o carro de som para os dois dias de procissão;
14. Por fim, não por ser menos importante, mas para deixar ressaltado, agradecer ao Bispo Auxiliar de nossa Arquidiocese, Dom Henrique Soares, por sua presença hoje em nosso meio.

domingo, 7 de agosto de 2011

REFLEXÃO PARA O 19º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Todos nós já vivemos momentos de tensões, de adversidades, de solidão. A liturgia deste domingo quer nos situar a Presença e a ação do Senhor, ao nosso lado, quando experienciamos essas situações adversas.

Dentro de uma situação de perseguição por ter se mantido fiel a Deus e por ter lutado pela preservação do autêntico culto, o Profeta Elias sofre bastante e tem de fugir. Deus não o livra de situações dolorosas, mas se manifesta de modo firme e com linguagem diferente da dos opressores. Deus se torna presente a Elias através de uma brisa leve. Isso nos fala a primeira leitura, extraída do
1º Livro dos Reis.
Esta página do Evangelho, cap. 14 de Mateus, nos apresenta Jesus fazendo com que seus discípulos experimentem situação adversa. O Senhor proporciona aos Apóstolos a experiência de confiarem n’Ele, de sentirem-se seguros, em meio a situações adversas, apenas em Sua Palavra.
Eis a cena: após a multiplicação dos pães e dos peixes, após ter curado as pessoas, Jesus impele, leva os discípulos a embarcarem e a aguardá-lo na outra margem. Os Apóstolos estão alegres e confiantes. O Mestre fez belo discurso, curou os doentes, deu comida para todos e agora vai rezar. Eles sentem-se obrigados a deixar aquele que é o porto seguro e a atravessarem sozinhos o mar, viver uma situação de risco e até de desamparo. Contudo, o Mestre avisou que se encontrariam no outro lado. Portanto, não foi uma despedida, mas um até logo, apesar de terem a missão de atravessar a zona tenebrosa do mar, já dentro de um horário em que a luz diminuía e se dirigindo para uma região pagã.
Jesus permanece em oração, certamente pedindo ao Pai para fortalecer aqueles que Ele lhes dera.
No meio da noite, no meio do escuro, da incerteza, da dúvida, a barca onde estão os discípulos é agitada pelo vento. É a turbulência! No trabalho, na família, nos relacionamentos, na vida pública, as turbulências se fazem presentes e colocam à prova nossas certezas, nossas seguranças, sejam físicas, psíquicas ou espirituais. Os discípulos, já amedrontados, gritam de pavor quando avistam no mar um vulto. O medo é tamanho que são incapazes de refletir que Jesus já demonstrara amá-los e exercer seu poder para preservá-los. Gritam de medo!
Jesus, o Príncipe da Paz, faz jus ao seu nome e anuncia: “Tende confiança, sou eu, não tenhais medo!” Apesar do que vê, apesar das experiências passadas, Pedro ainda pergunta pedindo prova:
“Senhor, se és tu, manda que eu vá ao teu encontro sobre as águas.” Jesus diz sim e Pedro começa a caminhar, mas quando o vento sopra, surge a insegurança e Pedro começa a afundar. Ele acredita mais na força do perigo da água do que na Palavra de Jesus. Confia mais na insegurança, no poder da fragilidade, do que no amor de Jesus.
A dúvida o fez afundar e o mesmo acontece conosco! Quem não arrisca, afunda sempre!
Aí ele grita pedidndo socorro. Jesus estende a mão e o repreende: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?”
Jesus sobe à barca e o vento cessa. Quando temos consciência de que Jesus está conosco, de que ele é o Emanuel, todo e qualquer perigo desaparece de nossa mente. A certeza da presença, do companheirismo de Jesus é determinante para atraversarmos qualquer turbulência.
Certos disso, os Apóstolos deram glória a Deus ao se prostrarem e professarem a fé: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus”!
Vivamos na fé. O Senhor é nosso companheiro por toda a vida. Em qualquer situação que estejamos vivendo, Jesus está ao nosso lado e pede ao Pai por nós, para que sejamos fiéis a Ele, para que saibamos que nada de mal nos poderá suceder porque Deus está conosco!
Vivamos nossa vida, cumpramos nossa missão, atravessemos com garbo as dificuldades, certos de que jamais estamos sozinhos. Poderemos fazer tudo isso não baseados em nós mesmos, mas no poder de Deus. “Quando sou fraco, então é que sou forte! 

Fonte: radiovaticana.org

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

FESTA DE NOSSA SENHORA DA BOA HORA E SÃO ROQUE


Estamos próximos de começar a Festa de nossa Padroeira Nossa Senhora da Boa Hora e de nosso co-Padroeiro São Roque.

De 06 a 16 de Agosto!


Todos os dias, durante o Novenário, teremos a seguinte programação: 06 horas, Oração da Manhã; 19 horas, Momento Mariano; 19:30 horas, Celebração da Eucaristia.
Vamos participar ativamente deste momento de graça e de aprofundamento de nossa fé cristã.

Segue abaixo nossa programação, conforme está no Folder de divulgação:

<<< Temos ainda na Secretaria da Paróquia cópias do Cartaz e do Folder. Ajude-nos a divulgar nossa Festa.

domingo, 31 de julho de 2011

REFLEXÃO PARA O 18º DOMINGO DO TEMPO COMUM

A liturgia de hoje nos fala da providência e da prodigalidade de Deus. Ao mesmo tempo nos remete à situação de penúria e fome em que um bilhão de pessoas passa fome, ou seja, um sexto da Humanidade. Nestes dias a atenção do Mundo está voltada para a região chamada Chifre da África, onde 12 milhões de pessoas são atingidas pela pior seca dos últimos sessenta anos na região e é considerado atualmente o pior desastre humanitário pelo qual o mundo está passando .

Como unir a Providência pródiga a essa situação catastrófica?
A falha não é do Criador. Se o banquete da vida se tornou privilégio de poucos, deveremos refletir e revisar a disposição que nos leva à celebração semanal da Vida, ou seja, a celebração onde é realizada a partilha do Pão.

Em Isaías - a primeira leitura deste domingo - Deus subverte o “status quo” convidando os pobres a saírem da penúria e a vivenciarem a partilha da criação. Esse convite é para uma libertação, libertação da dependência dos produtores de alimentos, daqueles que se assenhorearam dos bens da criação e exercem poder sobre o direito das pessoas de se alimentarem como Deus, nosso Pai, pensou, oferecendo-nos uma natureza dadivosa. Deus não quis irmãos explorando irmãos e matando-os de fome, mas criou tudo para todos.

No Evangelho, Jesus faz exatamente a vontade do Pai. Não deixa ninguém passar fome. Ao contrário, não é apenas pódigo com a comida material, mas no futuro se fará nosso alimento, quando nos der, através do pão e do vinho, seu corpo e eu sangue como alimento eterno.

Mas vejamos o contexto em que se realiza o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes. São Mateus nos fala, inicialmente, do banquete de Herodes, banquete onde apesar de se consumir alimentos, não se celebra a vida, mas a morte. Seus comensais estão ali com o intuito de exercer poder, de pressionar, de jogar interesses. Não pensam no outro, mas em si mesmos, em se manterem, mesmo a custo do sofrimento e da morte do inocente. O grande inocente morto nesse banquete herodiano foi João Batista. Sua culpa foi não aceitar a vida devassa do potentado.

Já o banquete que Jesus proporciona ao povo se dá a céu aberto e realizado com bastante compaixão, após falar do carinho do Pai e curar os doentes que ali estavam. É o banquete da Vida, que sacia plenamente aqueles que dele participam. As desigualdades foram supressas, todos saciados, curados e amados.

A solução apresentada por Jesus não foi um milagre econômico e nem religioso, mas a partilha dos bens da Criação.

Em outra passagem do Evangelho, Jesus diz que aos pobres é revelado o Reino de Deus e eles entendem a mensagem do Reino. E é verdade! No tocante à partilha dos bens, ninguém entendeu melhor que eles. Dentro de sua pobreza e até miséria, o pobre sabe dividir o que possui.

Nossas celebrações eucarísticas deveriam deixar de ser mero ritual e passar a ser aquilo a que se propõem e que é querido por Jesus, isto é, partilha da Vida. Partilha do Pão da Vida, que é Jesus e partilha do pão que dá a vida material, partilha essa que indica a autenticidade de nossa celebração Eucarística.

Ainda considerando as palavras de Jesus – quem fizer algo ao menor dos meus irmãos, a mim estará fazendo – podemos ter a consciência de que ao partilharmos com o pobre, mesmo sendo uma pessoa desconhecida e que jamais a conheceremos, vale a palavra de Jesus. Não importa se o gesto de partilhar poderá nos tornar mais pobres, importa agradar Jesus e viver o espírito da segunda leitura: nada nos poderá separar do amor de Deus, seja, bem-estar, fome, nudez, conforto.
Que nossas Eucaristias realizem de fato o que pretendem: a partilha da Vida, o sentar-se à mesa, com o irmão, na Casa do Pai.
Como consequência não haverá mais carentes, sejam materialmente, afetivamente ou espiritualmente.
E dirão sobre nós: vejam como se amam! E consequentemente, o Senhor aumetará o número de nossos companheiros.

Fonte: radiovaticana.org

sexta-feira, 29 de julho de 2011

MENSAGEM DE DOM PEDRO CASALDÁLIGA NA ROMARIA DOS MÁRTIRES


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Transcrevemos abaixo a reflexão feita bispo-emérito de São Félix do Araguaia, dom Pedro Casaldáliga, durante a celebração na Romaria dos Mártires da Caminhada, realizada na cidade de Ribeirão Cascalheira/MT, marcou a todos os presentes pelo caráter testemunhal e profundamente profético. Segue a transcrição livre da mensagem ao final da celebração de 17 de julho, feita por Marcelo Naves. 

Meditemos esta mensagem deste santo homem de Deus e grande Profeta da Igreja no Brasil:

Pe. José Ionilton Lisboa de Oliveira, SDV
 
“Possivelmente seja essa, para mim, a última romaria pé no chão. A outra já seria contando estrelas no seio do Pai. De todo modo, seja a última, seja a penúltima, eu quero dar uns conselhos. Velho caduco tem direito de dar conselhos... E a memória dos mártires, o sangue dos mártires, mais do que um conselho, [é] compromisso que conjuntamente assumimos, ou reassumimos. 

São Paulo, depois de tantos dogmas que anuncia, tantas brigas teológicas, tantas intrigas por cultura, dá um conselho único: ‘o que eu peço de vocês [é] que não esqueçam dos pobres; o que eu peço de vocês [é] que não esqueçam a opção pelos pobres, essencial ao Evangelho, à Igreja de Jesus’. A opção pelos pobres. E esses pobres se concretizam nos povos indígenas, no povo negro, na mulher marginalizada, nos sem-terra, nos prisioneiros..., nos muitos filhos e filhas de Deus proibidos de viver com dignidade e com liberdade. 

Eu peço também para vocês que não se esqueçam do sangue dos mártires. Tem gente, na própria Igreja, que acha que chega de falar de mártires. O dia que chegar de falar de mártires deveríamos apagar o Novo Testamento, fechar o rosto de Jesus. Assumam a Romaria dos Mártires, multipliquem a Romaria dos Mártires, sempre, recordemos bem, assumindo as causas dos mártires. Pelas causas pelas quais morreram, nós vamos dedicar, vamos doar, e se for preciso morrer, a nossa própria vida também... 

E ainda uma palavra: há muita amargura, há muita decepção, há muito cansaço... Isso é heresia! Isso é pecado! Nós somos o povo da esperança, o povo da Páscoa. O outro mundo possível somos nós! A outra Igreja possível somos nós! Devemos fazer questão de vivermos todos cutucando, agitando, comprometendo. Como se cada um de nós fosse uma célula-mãe espalhando vida, provocando vida. A Igreja da libertação está viva ressuscitada porque é a Igreja de Jesus. A teologia da libertação, a espiritualidade da libertação, a liturgia da libertação, a vida eclesial da libertação não é nada de fora, é algo mui de dentro, do próprio mistério pascal, que é o mistério da vida de Jesus, que é o mistério das nossas vidas. 

Para todos vocês, todas vocês, um abraço imenso, de muito carinho, de muita ternura, de um grito de esperança, esse cantar viva a esperança que seja uma razão... Podem nos tirar tudo, menos a via da esperança. Vamos repetir: ‘Podem nos tirar tudo, menos a via da esperança!’. Um grande abraço para vocês, para as suas comunidades, e a caminhada continua! 

Amém, Axé, Awere, Saúde, Aleluia!”.

sábado, 16 de julho de 2011

XII ENCONTRO DAS EVP's DAS PAROQUIAS VOCACIONISTAS




Iniciou-se na última sexta-feira, dia 15, no Centro Pastoral, o XII Encontro das EVP’S das paróquias Vocacionistas do Brasil, com o Tema: “Propor as vocações na Igreja local”. Estão presentes diversos membros das paróquias de São Caetano - Salvador, Lapinha, Vitória da Conquista e Comunidade Pé de Serra, ambas da Bahia, além do Rio de Janeiro (Parada de Lucas, e Olária). Representantes das CEB’s rurais pertencente a nossa paróquia e membros da EVP de Campo do Brito.
O Encontro encerra-se no domingo 17 com a Celebração da Santa Missa na Matriz ás 19:00h, participam o Pe. José Carlos Lima (Provincial) Pe. Wesdras, Pe. George, Pe. Ionilton, Ir. Albino Thiago  e Ir. Luis Cláudio (ambos animadores vocacionais).

Fotos: Allan - EVP